A minha versão do passeio (que hoje cada um de nós tem uma versão diferente).
Apos nos termos encontrado no parque verde (o Aroso e eu encontramos o Toze e o Henrique e em grupo fomos ter com o PEdro) decidimos ir subir a dolorosa (havia coisas melhores e mais faceis, mas enfim).
Chegados à subida, o Henrique, o Toze e o Aroso começaram logo, o Pedro esperou um bocado e eu fui em ultimo (um classico).
A subida estava porreira até que ... me perdi.... Como é que me perdi? nem imagino só sei que consegui passar 3 vezes pelo mesmo sitio....
Estava completamente perdido e resolvi telefonar ao Pedro e depois ao Henrique, mas nada...
Eis que aparecem uns bikers e que sabem onde fica o fim e me levam na roda! Eis que toca o telemovel, era o Pedro, atendo e....... bum caio! Telefono-lhe mas como o sinal é optimo (ironia) nao nos ouvimos!
Finalmente dou com o caminho certo e ando, ando, ando e encontro o Henrique e o Toze em sentido contrario... à procura do Aroso que ia com eles e se perdeu... Tentamos telefonar ao PEdro e passam os gajos que me deram as boas dicas para encontrar o caminho de volta (cumprimentamo-nos e la continuaram).
O Pedro estava atras (como terei passado por ele sem o ver?) e vinha ter ao ponto de encontro com o Aroso! (como é que eles se encontraram?).
Enfim, depois Rocha Nova (descida por dentro), S. Paulo de Frades e o Pedro aproveitou o atalho e foi para casa (a bike estava ja com os travoes bons!).
Os restantes 4 fomos em direcçao ao Choupal, daí parque verde e casa!
Para a proxima levar very light para comunicar nestes sitios de má rede
PS: ao longo da tarde já recebi 9 mensagens de texto de numeros que me tentaram telefonar e não conseguiram.
Domingo, podemos passear à tarde e não de manhã?
O inicio e o fim da minha história é em tudo igual à do Cajó.
ReplyDeleteA minha peripécia teve contornos diferentes. Depois de subida a Dolorosa, começamos a descer. O henrique e o Tozé sempre na frente e eu fiquei (um pouco) para trás. Cheguei ao fim da descida, junto de uns depósitos de água, já em estrada de asfalto, Henrique e Tozé, nada. Pensei: Escapou-me qualquer coisa...
É então que olho para o chão e vejo uma seta azul, mas com o sentido da subida, fiz a curva e fui por ali a baixo, é por aqui de certeza! Disse para mim próprio.
De facto o terreno não estava em muito bom estado, mas continuei por ali a baixo até chegar a uma linha de água sem saída...
Resumindo: Subi tudo outra vez com a bicicleta à mão até à estrada de asfalto, para completar o ramalhete não levei telemóvel e a água tinha acabado.
Chegado ao asfalto não sabia muito bem onde estava e achei que o caminho certo era em direcção ao Roxo... Pedalei cerca de 1 km e não via nada familiar para aqueles lados, mais uma vez decidi dar meia volta e regressar ao cruzamento anterior. Foi aí que me apercebi que estava na carapinheira e que teria que tomar outra direcção.
Desci por ali a baixo e quando desfaço uma curva vejo o Pedro na berma, à minha esquerda a mudar a câmara de ar. Entretanto recebe um telefonema do Henrique que já estava junto com o Tozé e o Cajó.
Encontramo-nos com eles na Rocha Nova e o resto da história já conhecem.
Então aqui vai!
ReplyDeleteFiz a Dolorosa na companhia do Aroso e do Tó-Zé.
Quando iniciámos a descida o Aroso ficou um pouco para trás. Eu e o Tó-Zé entrámos na estrada e virámos à esquerda, que era o caminho mais óbvio para a combinada paragem no café. Tínhamos a noção que o Aroso viria logo atrás, mas a verdade é que não aparecia.
Voltámos até ao inicio do asfalto e nada de Aroso.
Entretanto chegou o Pedro que não tinha visto o Aroso. Mistério...
Telefonei para o Aroso, nada... será que não tem o telemóvel?
Como tínhamos combinado encontrarmo-nos no café, pensei que o Aroso poderia ter ido para o café ao pé de casa do Cajo, onde parámos na outra vez que subimos a Dolorosa. Assim combinámos ir ver se o Aroso lá estava, tendo o Pedro ficado à espera do Cajo.
Chegámos ao café, nada... Telefonámos para o Pedro, não tinha rede... Telefonámos para o Cajo, rede não tinha...
Voltámos para trás onde tínhamos deixado o Pedro. Pelo caminho encontrámos o Cajo sozinho. Telefonámos para o Pedro que disse estar a terminar de mudar a câmara de ar e que tinha encontrado o Aroso.
Finalmente estávamos todos juntos outra vez, sãos e salvos!